Vida & Escritura | Jonas: A Graça que Nos Persegue | Rev. Tiago Henrique | 03/06/2026

Jun 04, 2026

Devotional

Sermon Summary

Bible Study Guide

Sermon Clips

31s
“Então o propósito final, da confiança que nós temos em Deus, e do modo em que nós vivemos ou até mesmo, desse diagnóstico que nós estamos fazendo aqui sobre o nosso coração, não é apenas diagnosticar o pecado não é a nossa síndrome de Jonas, mas a contemplação de Cristo. É esse, isso é a maior bênção que nós podemos fazer ao contemplar inclusive as nossas falhas, para que nós olhemos para Cristo Jesus. Por quê? Porque é ali, que nós podemos descansar verdadeiramente.”
39s
“Perceba bem, as tempestades estão presentes em homens que são fiéis ou pessoas que são fiéis como o próprio Cristo, mas também em pessoas que não são fiéis. O que que vai determinar a natureza? Para 1 é para confiança, para crescimento, para outro é para castigo, no sentido de disciplina e de parar 1 rota então destrutiva. Deus faz isso. Esse é o modo em que Deus trabalha no coração do seu povo. Então perceba bem, avalie o seu coração. Nessa espiral descendente que nós vemos aqui em Jonas, onde você está?”
38s
“Então esse, só esse versículo 4 nos mostra que o controle pertence a Deus, mesmo nos mares onde achamos que ele não nos alcançará. Quer dizer, é possível ter sentimentos não é de Jonas em nós de fuga? Claro que é. Nós escapamos, nós chamamos isso dentro do aconselhamento de escapismo, queremos escapar por lugares onde nós ainda tratamos o nosso coração, mas não de 1 forma que o senhor deseja. Todos nós temos isso no nosso coração, e achamos não é, que aí ao irmos por certos lugares, situações, Deus não nos alcançará, não nos verá ali.”
41s
“Mas ao contrário disso, não há o mar que se quer que nós possamos navegar, onde os olhos e a direção do senhor não esteja. E ele muitas vezes então manda 1 misericórdia severa para interromper rotas destrutivas da nossa alma e do nosso coração. Agora a narrativa ela continua no texto. Não é ele o narrador vai nos dando mais informações importantes, relevantes dentro daquilo que ele está falando para nós. E qual é qual é o sentido aqui agora não é nós temos por exemplo, a ideia do pânico, da idolatria e da ironia do pecado. Então olha só que interessante.”
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