Encontros_-_um_pessoa_enferma.docx

Devotional

Sermon Summary

Bible Study Guide

Sermon Quotes

Os encontros mais marcantes com Deus não dependem de circunstâncias perfeitas, mas de corações abertos. Seja no grito de compaixão ou no clamor de desespero, é na vulnerabilidade que experimentamos transformação.

Muitas vezes, nos aproximamos de Deus em momentos de necessidade. O que torna esses momentos marcantes não é apenas a resposta de Deus, mas nossa disposição de confiar, mesmo antes de ver a cura.

O samaritano leproso não apenas reconheceu a cura, mas viu em Jesus algo maior: a presença de Deus. Sua gratidão não era só por um favor recebido, mas por um relacionamento restaurado.

O Salmo 88 nos ensina que a fé não é ausência de perguntas, mas a coragem de fazê-las. Mesmo na dor e no silêncio, podemos clamar com honestidade, confiando que Deus ouve, mesmo que a resposta demore.

Às vezes, as pessoas ao nosso redor estão gritando por ajuda, mesmo em silêncio. Um encontro casual, uma conversa ou um gesto de cuidado pode se tornar marcante se estivermos atentos.

Jesus não faz gestos grandiosos, apenas diz: “Vão e apresentem-se aos sacerdotes.” Os leprosos obedecem antes de ver a cura. No caminho, enquanto caminhavam em fé, a cura acontece.

O que impede os outros de voltar para agradecer? Talvez a pressa de retomar a vida, a euforia da bênção, ou até a ingratidão que às vezes nos cega. Gratidão é um convite à reflexão.

O samaritano era um “estrangeiro”, alguém que não merecia atenção aos olhos da sociedade. Mas Jesus o vê, o ouve, o restaura. Esse encontro nos desafia a olhar para os “leprosos” de hoje e sermos instrumentos de compaixão.

Nem todo encontro com Deus é alegre. Às vezes, é na dor, na dúvida, no silêncio que encontramos Deus. O próprio ato de clamar é um encontro, ainda que doloroso.

Bênçãos o Senhor distribui generosamente a todos, mas quando voltamos para agradecer, recebemos ainda mais. Somos convidados a viver com sinceridade e gratidão, louvando a Deus por sua graça abundante.

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